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Grã-Bretanha avalia envio de caças Typhoon para patrulhar espaço aéreo ucraniano

Após encontro na Arábia Saudita sobre paz, Reino Unido avalia patrulhamento aéreo na Ucrânia.

Por
Redação
Publicado em
Caças serão enviados para Ucrânia
Fonte da imagem: CNN brasil

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Após as recentes negociações de paz na Arábia Saudita, o governo britânico estuda enviar caças Typhoon para patrulhar o espaço aéreo da Ucrânia. A informação foi divulgada pelo The Times e reforça os esforços de manutenção da paz na região.

"A Grã-Bretanha está considerando enviar caças Typhoon para patrulhar o espaço aéreo da Ucrânia como parte dos esforços de manutenção da paz", The Times

A medida pode aumentar as tensões com a Rússia, que já se manifestou contra a presença de forças da OTAN no território ucraniano. Paralelamente Além disso, líderes internacionais seguem debatendo possíveis soluções diplomáticas para o conflito.

Declarações recentes sobre a guerra na Ucrânia

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou a importância deque a Ucrânia faça parte da União Europeia e da OTAN. Ele declarou:"Se a Ucrânia se juntar à União Europeia e à OTAN amanhã, não serei mais necessário. Mas até que isso aconteça, continuarei a defender meu país.”

“Infelizmente, Trump vive em um espaço de informações fabricadas. Comecei a conversar com líderes europeus e acredito que eles estarão prontos para financiar as Forças Armadas Ucranianas se os EUA não o fizerem."
As discussões sobre o envio dos caças Typhoon ocorrem em meio a um contexto de intensas negociações diplomáticas. Ontem, dia 18 de fevereiro, autoridades dos Estados Unidos e da Rússia se reuniram na Arábia Saudita para discutir possíveis soluções para o conflito na Ucrânia. As conversas não contaram com a participação de representantes ucranianos ou europeus, o que gerou críticas de Zelensky e de outros líderes europeus. O presidente ucraniano rejeitou os resultados dessas negociações realizadas sem a presença de representantes da Ucrânia: "Não são necessários intermediários no diálogo entre a Rússia e os Estados Unidos."

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