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Política•5 min de leitura

Flávio Bolsonaro aceita desafio de Lula para abrir as contas

Em contrapartida, o senador pediu a quebra de sigilo de assessores do presidente e sobre o cartão corporativo de Janja.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Flávio Bolsonaro e Lula no debate da Band
Fonte da imagem: Band

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Flávio Bolsonaro aceitou o desafio que Lula fez durante o debate da Band neste domingo (18) para quebrar o sigilo telefônico e mostrar as contas bancárias.

No entanto, o senador colocou uma condição para seguir com a abertura dessas informações.

Lula precisará abrir também as contas e as conversas de pessoas próximas, como o assessor apelidado de Marcola.

O motivo para isso é que, segundo Flávio, o presidente não tem um telefone celular próprio:

"Agora segura aí marginal. Você não tem celular. Sabe quem recebe as ligações por você? O Marcola. O Lula tem o Marcola do lado dele. É esse Marcola que abria as portas pro Lulinha, o filho dele, fazer negócios em todos os ministérios. Então eu abro meu sigilo do telefone sim, mas o Marcola tem que abrir o dele, concorda?"

Em um vídeo com André Janones (Rede), Lula chegou a ironizar o fato de não ter um telefone próprio.

O deputado disse que o petista compraria um telefone para poder entrar no grupo “Exército do Lula” quando o canal chegasse a 5 milhões de seguidores:

“Não, eu não vou comprar porque eu não tenho dinheiro, eu vou pegar o da Janja emprestado e vou entrar”, ironizou o presidente.

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Flávio pediu para quebrar o sigilo do cartão de Janja

Além de falar sobre Marcola, o senador também pediu que Lula abrisse os dados sobre o Instituto Lula.

Outra exigência foi de que o presidente acabasse com o sigilo sobre os gastos do cartão corporativo da primeira-dama:

“Pra eu abrir meu sigilo, você vai abrir o sigilo do Instituto Lula. E tem mais uma condição: você vai abrir o sigilo do seu cartão corporativo e da Janja”.

Outro ponto que o candidato colocou foi a divulgação dos registros de entrada do banqueiro Daniel Vorcaro e de “seus intermediários” no Palácio do Planalto e no da Alvorada.

O presidente apresentou um documento para o TSE e ao STF autorizando a quebra de sigilo sua e de pessoas próximas caso Flávio aceitasse fazer o mesmo.

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