Filho segue sem aparições públicas desde fevereiro, quando ficou ferido no mesmo ataque que matou o pai.

Teerã tem ruas tomadas por multidões nesta segunda-feira (6), no terceiro dia de funeral público do ex-líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.
Ele morreu em 28 de fevereiro, no início da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel.
O funeral começou no dia 4 de julho e deve se estender até o dia 9, quando está previsto o sepultamento em Mashhad, cidade mais sagrada do Irã.
Imagens divulgadas pela mídia iraniana mostram manifestantes com bandeiras do país e cartazes de Khamenei e do filho e sucessor, Mojtaba Khamenei.
Gritos de "Morte aos Estados Unidos" e "Morte a Israel" ecoaram durante as cerimônias, segundo a emissora estatal Seda va Sima.
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Autoridades de destaque compareceram ao funeral, como o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Eje'i.
Além disso, estavam presentes os três filhos de Khamenei, Meysam, Masoud e Mostafa, que também estavam ao lado do caixão do pai.
Quem não apareceu foi justamente Mojtaba Khamenei, nomeado líder supremo em março.
Segundo autoridades, a ausência se deve a questões de segurança: ele ficou ferido no mesmo ataque que matou o pai e não fez nenhuma aparição pública desde então.
Ao ser questionado sobre o funeral, o presidente americano Donald Trump disse à Axios:
"Eles estão todos lá. Um tiro e podemos eliminá-los a todos", mas completou: "Mas não vamos fazer isso".
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