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Política•5 min de leitura

Dólar caí e Bolsa sobe após vitória da direita no primeiro turno

Empresas brasileiras e ativos ligados ao país dispararam nos mercados internacionais.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Flávio Bolsonaro ganha e faz mercado melhorar já pela manhã
Fonte da imagem: Estadão

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O mercado começou esta segunda-feira reagindo bem a uma vitória histórica da direita no primeiro turno das eleições presidenciais.

O preço do dólar comercial despencou, chegando a R$4,98 às 9 horas da manhã. Isso representou uma queda de 4,5% em relação ao dia anterior.

Essa valorização fez do real a moeda que mais se valorizou entre as 30 mais comercializadas ao redor do mundo.

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Bolsa e ativos ligados ao Brasil disparam

Ao mesmo tempo, os contratos futuros do Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, registravam alta de 9,17%, alcançando cerca de 211 mil pontos.

Antes mesmo da abertura da Bolsa no Brasil, ativos ligados ao país já registravam forte valorização no exterior.

No Japão, um ETF que acompanha ações brasileiras chegou a subir 14% durante a madrugada.

Nos Estados Unidos, o ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) avançava mais de 11% nas negociações de pré-abertura.

A valorização também alcançou ações de empresas brasileiras negociadas em Nova York.

Papéis da Petrobras subiam cerca de 10%, enquanto Itaú Unibanco avançava mais de 12%. 

Bradesco registrou alta próxima de 11%, Embraer cerca de 6%, e empresas como Nubank e Mercado Livre também operavam em alta.

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Resultados impressionam ontem

Flávio Bolsonaro acabou a eleição com 47,03% dos votos, à frente de Lula, que recebeu 45,16%.

A vitória da direita não ficou apenas na presidência, entre os 20 senadores eleitos já no primeiro turno, cinco eram do PL, a sigla que mais venceu nesse cargo.

O Congresso também foi marcado por um avanço massivo da direita. O PL conseguiu a maior bancada no Senado, com 28 em um total de 81 membros.

Na Câmara dos Deputados, o partido também conseguiu um resultado impressionante, elegendo 81 deputados.

A sigla conseguiu emplacar Nikolas Ferreira como o candidato mais votado da história com 3.119.318 votos e o segundo mais votado da história, com Lucas Pavanato, 3.038.438 votos.

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