Política5 min de leitura

Trump vê planos de guerra vazarem em grupo do Signal com jornalista

Grupo com Vance e Hegseth inclui jornalista por erro.

Por
Redação
Publicado em
Grupo com Vance e Hegseth inclui jornalista por erro.
Fonte da imagem: Perfil da Brasil Paralelo no X

Receba notícias gratuitamente em seu email

Planos militares confidenciais da administração Trump para ataques aos terroristas no Iêmen foram expostos em um grupo do Signal que incluía, ‘por acidente’, o editor-chefe do The Atlantic, Jeffrey Goldberg. 

O chat, com altos oficiais como o vice-presidente JD Vance, o Secretário de Defesa Pete Hegseth, o Secretário de Estado Marco Rubio e o conselheiro de segurança Michael Waltz, detalhava listas de alvos, sistemas de armas e sequenciamento de ataques. 

As previsões das mensagens foram confirmadas quando as bombas caíram no Iêmen em 15 de março.

Vazamento em detalhes: o que o grupo revelou

O grupo, chamado "Houthi PC small group", foi criado por Waltz em 13 de março e compartilhava planos operacionais. 

"Listas exatas de alvos e armas estavam nas mensagens", segundo registros oficiais da administração, incluindo debates sobre preços do petróleo e críticas à Europa.

 "Eu odeio salvar a Europa de novo", disse JD Vance, o vice de Trump.
Imagem

Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos Estados Unidos chamou a situação de "patética", conforme transcrições oficiais. As mensagens indicaram a data exata do ataque, executado dois dias depois, matando dezenas de líderes houthis, segundo declarações do governo.

A inclusão de Goldberg foi um erro. "Recebi os planos às 11h44 do dia 15. O jornalista em comunicado oficial, destacando a imprudência do uso do Signal para dados sensíveis: 

"Recebi os planos às 11h44 do dia 15.” 
Imagem

O Pentágono confirmou os ataques após a publicação do vazamento, validando as informações.

Reações opostas: erro ou traição?

A Casa Branca minimizou o incidente:

"Foi um engano operacional, sem impacto na segurança", declarou um porta-voz em resposta oficial.

O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membrosComo um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa.Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo. Clique aqui.

[LEADS] Brasil Evangélico
[LEADS] Brasil Evangélico