"O nome Brasil Paralelo fala de um Brasil melhor que quer se moldar diante de um Brasil distorcido", diz José Carlos Sepúlveda

Na premiere de São Paulo, mais de 300 convidados tiveram a oportunidade assistir a nova série Brasil: A Última Cruzada. Dentre eles estava o cientista político José Carlos Sepúlveda.
Ao ser indagado sobre a situação do ensino de história no Brasil e a nova série da BP, ele respondeu:
"Quando eu conheci a Brasil Paralelo, achei interessantíssimo o nome da empresa. Ele fala de um Brasil que quer se moldar ao lado de um Brasil oficial distorcido. Eu noto que quando se estuda um pouco a história das revoluções vê-se que é necessário para qualquer movimento revolucionário destruir a história, destruir o passado, destruir as origens.
É necessário confundir a noção que as pessoas têm do seu passado e do passado histórico do seu país. Em minha experiência pessoal, quando a Brasil Paralelo lançou a primeira edição da série Brasil: A Última Cruzada, muitas pessoas que eu nem conhecia me mandaram mensagem dizendo 'Nossa! Eu não sabia que o Brasil é isso tudo'.
Então eu acho que a BP está construindo um veio na importantíssimo na sociedade. Muito mais importante que fazer a política do dia a dia, porque essa é uma mudança cultural do país".
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