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Militares americanos invadem o Irã e resgatam piloto escondido nas montanhas

CIA organizou uma operação de desinformação para evitar que forças iranianas capturassem o militar.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Piloto americano é resgatado após uma das operações mais
Fonte da imagem: Imagem de divulgação

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Na sexta-feira, o Irã abateu um caça F-15E Strike Eagle americano que sobrevoava o sul do país. 

Os dois tripulantes conseguiram se ejetar a tempo. Um deles foi resgatado ainda no mesmo dia e o outro desapareceu.

Ferido, sozinho e atrás das linhas inimigas, o piloto sobrevivente encontrou refúgio nas montanhas da região de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad

Apenas com uma pistola, um rádio e um dispositivo de localização, ele subiu a mais de 2.100 metros e se escondeu dentro de uma fenda rochosa por mais de 24 horas.

No domingo, Trump anunciou que o militar havia sido resgatado após uma das operações mais ousadas da história recente das forças armadas americanas.

EUA e Irã tentaram pegar o piloto

Forças iranianas intensificavam as buscas e chegaram a oferecer recompensa por informações que levassem ao piloto. 

Enquanto isso, militares americanos monitoravam cada sinal emitido pelo oficial, cuja comunicação era limitada para evitar ser localizado pelo inimigo.

A missão americana envolveu centenas de militares e unidades de elite especializadas em operações de Busca e Resgate em Combate (CSAR).

Trump afirmou que dezenas de aeronaves participaram da ação e que nenhum militar americano morreu ou ficou ferido durante o resgate.

Helicópteros voaram a baixa altitude sobre território hostil, enquanto outras aeronaves realizavam ataques e patrulhas para abrir caminho. 

Em solo, comandos avançaram até a área onde o piloto estava escondido. Ao mesmo tempo, o espaço aéreo era disputado.

Um drone americano foi abatido, e helicópteros chegaram a ser alvejados por tiros vindos do solo.

Duas aeronaves de transporte usadas na operação foram danificadas em solo e destruídas para não cair nas mãos iranianas.

A CIA teve um papel central na operação

A CIA conseguiu rastrear a localização exata do piloto, identificando sua posição em uma fenda na montanha. 

A informação foi repassada diretamente ao Pentágono, permitindo o planejamento detalhado da incursão.

Enquanto os militares se preparavam para o resgate, o serviço secreto conduziu uma campanha de desinformação dentro do Irã

A CIA espalhou a notícia de que o piloto já havia sido encontrado e retirado do país para confundir as forças iranianas e ganhar tempo.

Na Casa Branca, Trump acompanhava o desenrolar da operação em tempo real. Segundo relatos, a localização do militar era monitorada 24 horas por dia por autoridades de alto escalão.

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