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Mundo•5 min de leitura

Bukele lança operação militar no Haiti e ameaça gangues após emboscada

Quatro salvadorenhos desapareceram depois de um ataque a um veículo blindado. Presidente afirma que eles foram sequestrados e exige a libertação.

Por
Gabriel Costa
•Publicado em
Nayib Bukele
Fonte da imagem: Agência pública

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Próximo envio em
17h
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Quatro militares salvadorenhos desapareceram após uma emboscada de gangues no Haiti.

Agora, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou uma operação militar para resgatá-los e fez um aviso aos criminosos.

“O ataque de hoje não é nada comparado ao que está por vir se não libertarem os quatro reféns vivos”, afirmou nesta quarta-feira (21).

Segundo Bukele, os homens foram sequestrados por gangues que controlam partes do território haitiano. O presidente não identificou o grupo responsável.

e os desaparecidos são técnicos de aviação, e não soldados encarregados de combater diretamente as gangues.

A missão deles seria realizar evacuações médicas e ajudar a salvar vidas.

Por que El Salvador tem militares no Haiti?

Os quatro homens integram uma força internacional apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU), criada para ajudar a polícia haitiana a enfrentar grupos criminosos.

O Haiti vive uma grave crise de segurança. Gangues armadas controlam bairros de Porto Príncipe, realizam sequestros e disputam territórios.

A força internacional reúne integrantes de vários países, mas ainda enfrenta dificuldades para conter a violência.

Bukele ganhou projeção internacional por sua política de combate às gangues em El Salvador, marcada pela queda dos homicídios e por denúncias de violações de direitos humanos.

Essa transformação foi retratada pela Brasil Paralelo no documentário El Salvador — O Dia em que o Medo Mudou de Lado, que ouviu autoridades, opositores e integrantes de facções criminosas.

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