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Na antiga capital do Brasil, cinema exibe ‘A Última Cruzada’

O Rio de Janeiro recebeu em seu seio a Família Real Portuguesa. Palco de muitos marcos históricos, a cidade perdeu seu posto de capital para Brasília.

Por
Redação
Publicado em
Première Brasil, A Última Cruzada Rio de Janeiro
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Voltar ao Rio de Janeiro para exibir a série Brasil, A Última Cruzada é também reconhecer a importância desse estado para a história do país.

Hoje, é comum que nas escolas o imperador Dom João VI seja visto como bonachão, atrapalhado e medroso. O que a Brasil Paralelo mostra é que nos litorais cariocas não desembarcaram apenas exilados, fujões e ladrões.

Com a corte portuguesa no Rio de Janeiro, ela não foi vencida por Napoleão Bonaparte e passou a governar Portugal a partir do Brasil, além-mar.

Na exibição da série remasterizada, a equipe recebeu mais de 200 convidados. Dentre eles importantes nomes como:

  • Dr. Roberto Mota, especialista em segurança pública;
  • Alexandre Ramagem, diretor-geral da ABIN;
  • Rodrigo Pimentel, ex-oficial do BOPE e autor do livro que inspirou Tropa de Elite;
  • Deputada Federal Chris Tonietto.

Natural do Rio de Janeiro, a Deputada Chris Tonietto demonstrou empolgação com a exibição em sua cidade:

"Nós vemos que é um verdadeiro presente que a Brasil Paralelo está honrando o nosso Rio de Janeiro, é uma grande alegria. Há uma grande expectativa do meu coração e certamente de cada cidadão que está aqui hoje querendo assistir esse documentário. Estamos aqui para prestigiar esse evento e esse documentário Brasil, A Última Cruzada. Com certeza conheceremos de perto a riqueza e a beleza que o Brasil tem".

Após a exibição do primeiro episódio da série, o Professor Sidney Silveira arranca aplausos efusivos da plateia ao comentar sobre a nova série da Brasil Paralelo.

O evento foi encerrado com um bate papo final conduzido por: Lucas Ferrugem, diretor de filmes e sócio-fundador da Brasil Paralelo.

Compuseram a conversa:

  • Flávio Alencar: Mestre em História e Bacharel em Direito;
  • Rafael Nogueira: Secretário Nacional de Economia Criativa e Diversidade Cultural;
  • Sidney Silveira: Jornalista, escritor e professor estudioso da filosofia medieval.

Na conversa, Lucas Ferrugem pontuou que a série ajuda as pessoas a não enxergarem como negativo o nascer brasileiro. Ele também alerta o perigo de ser refém do ensino enviesado tradicional de história.

O risco é sentir-se pertencente a um país inferior, não construir um orgulho de ser brasileiro. Os demais convidados da conversa concordaram com a afirmação e ressaltaram a importância da memória para a construção de uma identidade nacional.

Nascer no Brasil vai ser motivo, daqui alguns anos, para olhar para trás e se orgulhar do que começou a ser construído agora.

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